sexta-feira, 21 de julho de 2017

RACISMO IMPENITENTE…

O ultimo Prós e Contras na RTP1 abordou o tema racismo, através da pergunta «Portugal é um país racista?», quanto a mim capciosa e por isso errada, pois o que esteve em causa foi indagar se há racismo em Portugal ou se os portugueses são racistas. De facto, a sondagem demonstrou que mais de metade dos portugueses intervenientes consideram que há.

Antes de mais convém ter presente que a antropologia científica demonstrou, há muito tempo, que só existe uma raça, a humana. O racismo e qualquer outra forma de discriminação étnica, social, religiosa, sexual e consequente perseguição dos diferentes, é algo de condenável que, infelizmente, está presente em muitos países ditos civilizados, nomeadamente Portugal.

Vem a propósito a referência ao candidato número 1 da lista da coligação PPD/CDS à autarquia de Loures, nas próximas eleições, que afirmou categóricamente, isto é, sem titubear, o seu racismo anti ciganos. Por coincidência ou não, o candidato em questão, é comentador futebolístico de um canal televisivo, em defesa de seu clube, o Benfica.
A sua candidatura, é uma tentativa oportunista de aproveitamento da popularidade deste grande clube, mas estou em crer que a maioria dos seus adeptos repudia a sua argumentação de cariz racista.

Depois das lamentáveis afirmações do candidato, o CDS repudiou a sua atitude, desvinculou-se da coligação e vai apresentar-se com lista própria, enquanto que o PPD mantém-lhe o seu apoio… Assinale-se que o escolhido candidato reincidiu hoje na sua atitude discriminatória com um ataque  aos islamistas.


Ao menos que os eleitores de Loures e de todo o país,  rejeitem qualquer candidato com tendencias extremistas, racistas e xenófobas, e dêem-lhes o destino que tiveram recentemente os seus pares em França, na Holanda e no Reino Unido, reduzindo-os àquilo que são, uma expressão social e eleitoral residual.

terça-feira, 18 de julho de 2017


A CULPA NÃO TEM QUE MORRER SOLTEIRA

Depois das ultimas tragédias relacionadas com devastadores incêndios, nomeadamente os 47 mortos na EN236, ficou demonstrado que à falta de argumentos construtivos, irrompeu o aproveitamento negativo de tudo o que aconteceu, na tentativa de se obter dividendos políticos, quando se deveria ter unido esforços para apoio às vítimas e imediata recuperação das perdas.

Tal despudorado aproveitamento ficou bem patente no assomo, em bicos de pés, da presidente do CDS, Assunção Cristas, ao exigir a imediata demissão da ministra da Adminstração Interna, pela sua alegada responsabilidade naquela imensa catástrofe, apelando ao regresso imediato de férias do primeiro ministro para o afastamento, sem demora, daquela ministra. A exigência desta dirigente partidária foi de puro oportunismo político e, sobretudo, quis fazer tábua rasa das responsabilidades de todos os governos nacionais, anteriores e actual, que nunca passaram das promessas aos actos, para a gestão adequada das florestas e aposta na prevenção dos incêndios que têm morto pessoas, destruido bens imóveis e recursos vivos e consumido milhares e milhares de hectares do património florestal do país.

Por outro lado, é verdade que, apesar de tudo, veio à tona o decantado espírito solidário dos portugueses, segundo Marcelo porque somos os melhores dos melhores, embora certamente tal deva acontecer com outros povos, em circunstâncias idênticas. Além da oferta de géneros alimentícios e roupas, foram muitas as dádivas em dinheiro, num total superior a 13 milhões de euros. Ao que parece esse elevado montante ainda não teria chegado aos destinatários atingidos pela tragédia, o que serviu para Pedro P.C. atirar à cara do primeiro ministro, num acesso de ira, aos berros, repetido vezes sem conta em todos os media, particularmente nas televisões, incluindo a pública. Até nisto ficou evidente o desnorte e falta de honestidade intelectual do PPC, pois tal dádiva é gerida pelas entidades de solidariedade social, como as Misericórdias e outras, que deverão proceder à sua adequada distribuição, isto é, esta tarefa não incumbe ao governo, ao contrário do que PPC quis transmitir aos portugueses.

Concluindo, a culpa não pode morrer solteira, como se atreveu a aventar PPC, pois muitos são os culpados, antigos e actuais, desde o 25 de Novembro de 1975, já que não vale a pena culpar o estado velho pois, naquele tempo, tudo era muito pequeno, desde as irrisórias mentalidades dirigentes à lamentável resignação do pobrete mas alegrete.


terça-feira, 27 de junho de 2017


DESGRAÇADAS ANALOGIAS

A certa altura do inferno de chamas em Pedrógão Grande surgiu o insistente rumor de que um avião pesado, de combate às chamas, um Canadair, tinha-se despenhado. A Protecção Civil (PC) logo escalou um helicóptero para tentar localizar os putativos destroços do putativo acidente, o qual não foi confirmado. Pouco tempo depois, o responsável máximo pela PC, afirmou que os únicos três Canadair contratados, continuavam o seu trabalho de combate aos incêndios, enquanto que jornalistas presentes insistiam na notícia da queda do avião, dito espanhol, embora se desconhecesse a origem de tal boato o que permanece assim hoje e o ficando o mistério por deslindar, particularmente o(s) seu(s) promotor(es). Outro boato foi produzido, o de que o helicóptero designado para a busca dos destroços não levava combustível suficiente e, por isso, regressou à base o que também não foi confirmado.

Ainda outro boato foi construido, anteontem creio eu, de que houve tentativas de suicídio em Pedrógão Grande em resultado dos dramas humanos relacionados com os incêndios. Quem tomou a iniciativa de comunicar esta dolorosa notícia aos media, em horário nobre, foi Pedro Passos Coelho, presidente do PPD, dito líder da Oposição, acompanhado de outros dirigentes do seu partido que acenavam em concordância com o chefe. Posteriormente, este boato foi desmentido pelo provedor da Santa Casa da localidade, candidato a presidente da autarquia local nas próximas eleições, em representação do PPD, declarando-se o responsável deste lamentável equívoco. Contrafeito e cabisbaixo Pedro Passos Coelho disse não ter problema nenhum em pedir desculpas pelo sucedido.

Dois tipos de boato, rumor, atoarda, com igual finalidade, a tentativa de retirar benefícios eleitorais da catástrofe para a oposição de direita.

Em complemento, o resultado do inquérito promovido pela PC sobre o funcionamento do SIRESP, divulgado há pouco, onde consta que não houve interrupção no seu funcionamento, durante os desvastadores incêndios na região afectada, cujas dúvidas tinham também objectivos políticos

sexta-feira, 16 de junho de 2017




·         A AGENCIA EUROPEIA DO MEDICAMENTO EMA EM PORTUGAL
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·         Ontem uma deputada do CDS afirmou que a decisão governamental de escolher Lisboa para sede da EMA era provinciana !!! Dá a impressão de que esta senhora não sabe o que é provincianismo ou então, o mais provável, é que, por falta de argumentos credíveis, tudo lhe(s) serve para atacar a «geringonça». Quer maior provincianismo do que os argumentos do presidente da Câmara do Porto, sempre presente na sua propaganda, e agora do ex-bastonário da Ordem dos Médicos? Estão sempre em bicos de pés, um pouco como na fábula o sapo em relação ao boi. Então não está sediado o INFARMED, a entidade nacional reguladora do medicamento com toda a infraestrutura laboratorial apetrechada e competente, em Lisboa, independentemente desta «pequenina» cidade ser o que é e cada vez mais a mais apreciada pelos estrangeiros e portugueses que a visitam?
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AS TRISTES FIGURAS E A AGÊNCIA EUROPEIA DO MEDICAMENTO



Volto à carga sobre este assunto. pela triste figura que esta gente anda a fazer, feita catavento, numa atitude pacóvia, provinciana e ridícula, bem patente na daqueles que votaram, por unanimidade a instalação em Lisboa e que agora, alguns se atrevem a afirmar que votaram em Portugal (!!!???) e outros pedem desculpas (de maus pagadores), pela escolha. 
Pergunta-se, porquê o Porto, Braga, Coimbra para se preterir Lisboa na localização da Agência Europeia do Medicamento? Só porque são as máiores? E então porque não Freixo de Espada à Cinta, Monsanto ou Estói ou qualquer outra cidade, vila ou aldeia?
Deve ser Lisboa porque nela se localiza o INFARMED, a entidade nacional reguladora do medicamento, devidamente apetrechada laboratorialmente e dispondo de profissionais altamente qualificados para realizar os diversos e complexos testes dos multiplos medicamentos, antes da sua introdução no mercado nacional.
Outra localização da EMA, em Portugal, obrigaria à problemática reprodução dispendiosa de toda a estrutura do INFARMED, à transferência dos quadros especializados e seus dependentes e ao abandono da actual, de créditos firmados no país, na Europa e no estrangeiro.


terça-feira, 6 de junho de 2017



PORTUGUESES QUE NÃO GOSTAM DE RONALDO

(Artigo de Manuel Cardoso no SAPO a 4/5/2017)



De facto, não há consenso nacional quanto ao Cristiano Ronaldo mas o consenso internacional sobre ele é uma realidade. Porquê? Antes de mais convém ter presente que ele foi formado como jogador no Sporting Clube de Portugal, é associado do Sporting Clube de Portugal, afirma-se sempre sportiguista quando o entrevistam. É isto que explica a falta de consenso nacional ou, dito de outra maneira, ele é rejeitado, criticado, «odiado» pela sua ligação ao Sporting Clube de Portugal? Será possivel tão tacanha e absurda atitude por estas razões? Sim, estou convencido que sim, por uma doença, a hiperclubite cega, que afecta fanáticos da bola, ao ponto de lamentarem que ele já tenha ganho a 4ª bola de ouro e caminhe para a 5ª, que tenha sido eleito o melhor do mundo, o maior goleador, que tenha possibilitado a presença de Portugal no Campeonato Europeu (lembram-se da vitória esmagadora, sobre a Suécia?) que acabou por vencê-lo, etc.,etc. Lamentável, mas esta é a triste realidade nacional.

Este meu comentário suscitou a «revolta» de muitos leitores no FB, onde o publiquei, mas nela ficou demonstrado o preconceito e as causas doentias do mesmo.

sexta-feira, 2 de junho de 2017



Alguns factos políticos de grande relevância:

1. A GERINGONÇA E OS POLITÓLOGOS



«Tremem como varas verdes» ao serem obrigados a admitir que novas geringonças (o tal Portas que pretendeu vaticinar, com o termo, a morte imediata do entendimento das esquerdas em Portugal, ainda hoje se belisca perante a situação política nacional) surjam noutros países europeus e de fora da Europa, sentencio eu. Os dois politólogos citados, Carlos Jalali, estrangeiro e Costa Pinto, português, comentadores do status dominante que consideram o único possível, arrepelam-se todos, confundem os seus desejos, os seus vaticínios com a realidade portuguesa de entendimento, sem descaracterização de principios político-ideológicos dos partidos integrantes, situação impensável há muito pouco tempo. E então produzem algo interessante: porque é que tal acordo só surgiu 41 anos depois do 25 de Abril de de 1974? Questionam mas não explicam porquê? A meu ver, simples cidadão que sou e que viveu o estado velho, a revolução e os 43 anos de democracia relativa, a justificação é simples: porque o secretário geral do PS é António Costa, porque Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP, demonstrou abertura (classificada de milagre, pelo ensaísta Eduardo Lourenço), por existir um BE e um PEV. Com qualquer dos anteriores SG do PS seria irrealizável um acordo, particularmente Mário Soares que sempre privilegiou alianças com a direita, metendo o socialismo na gaveta.

Não ficava nada mal aos dois politólogos um pouco de honestidade intelectual e menos sectarismo.




2. PASSOS COELHO UM TRISTE



Desta vez o primeiro ministro António Costa enganou-se quando classificou Passos Coelho de menos alegre, quando este homem é um triste irrascível, numa combinação aparentemente paradoxal. De facto, ele vive em contradição insanável com o que fez/não fez e diz que fez como primeiro ministro, querendo patéticamente colher os louros dos bons resultados da governação actual. Apesar de ter tempo de antena quotidiano, na rádio e televisão, por coincidência (ou não?) logo a seguir a mais uma boa notícia de recuperação dos malefícios que ele impôs como líder durante os malfadados quatro anos da PAF.

Entretanto, gente do seu universo político-partidário aparece, dando-lhe na cabeça com toda a força, aconselhando-o a uma sabática perpétua. Coisas da vida dirá ele...






3. A ALIANÇA CLIMÁTICA DOS EUA



Bravo pela inteligência, pela determinação, pela coragem destes três estados dos EUA, Califórnia, Nova Iorque e Washington, ao rejeitarem a decisão irresponsável, criminosa e imbecil do Trump, comprometendo-se a respeitar os acordos de Paris em defesa da contribuição para a preservação do clima do nosso planeta, isto é, do futuro da humanidade. É bom recordar que, este personagem de opera bufa, não confia na investigação científica de primeira grandeza do seu país nem na internacional,igualmente de grande qualidade, que têm feito, em estreita cooperação, um estudo aturado e persistente das graves alterações climáticas, suas causas e consequências a prazo, ao declarar Trump, sem pudor que é tudo uma mentira, concluindo enfática e estupidamente «United States first», usando o populismo mais burro, como se fosse possível isolar os EUA do resto do mundo.
Esperemos que outros estados, senão todos, tomem decisão idêntica, isolando o Trump, tornando-o um pária no seu país e aos olhos do mundo inteiro.




sábado, 20 de maio de 2017


E DEUS CRIOU O MUNDO?

Nas ultimas semanas muito se falou na crença e na crendice e sua fundamental importância na sociedade, com inusitada ênfase para os alegados milagres de Fátima, não comprovados, a meu ver não comprováveis, porque se tratou de encenações, deficientemente encenadas.

Na RDP/Antena1 existe um programa, às terças feiras à noite, com o título igual ao que escolhi para este meu artigo, no qual participam um muçulmano, um judeu e um católico, representantes das três religiões monoteístas existentes em Portugal, esquecendo-se do protestantismo e, óbviamente, ficando de fora a miríade de seitas que têm proliferado no país, no seu conjunto, com muitos milhares de apaniguados. A propósito do nome do referido programa dirigi-me ao responsável do mesmo, contestando-o com todo o civismo. Ninguém se dignou acusar a recepção do meu mail o que, a meu ver, se deve a ausência de civilidade, desprezo e/ou, pior ainda, falta de argumentos contestatários.

De facto, considero que o conceito de Deus foi criado pelo homem e não foi Deus que criou o mundo, mesmo que se admita a sua existência.

Acreditar em Deus, em Maria, nos santos e nos milagres, porquê e porque começou? Há 2017 anos nasceu Jesus Cristo, segundo os cristãos e particularmente os católicos, filho de Deus que veio à Terra para expiar os pecados dos homens, foi assassinado depois de crucificado e supliciado pelos romanos, mas ressuscitou ao 3º dia, conforme se afirma na Bíblia, pelo que o seu programado sofrimento foi passageiro.

Para os judeus, Jesus Cristo é o falso messias, pois o verdadeiro nunca chegou e continuam à espera dele.

Os muçulmanos consideram que Cristo foi um mensageiro de Deus.

Pergunto: antes de Cristo como era? Desde que o homem apareceu na Terra há muitos milhares de anos, foram-se formando aglomerados de homens, as sociedades que perante, as suas relações e interêsses, muitas vezes divergentes, sentiu-se a necessidade da sua organização hierarquisada, isto é, a criação e institucionalização de uma cadeia de comando, tendo no topo o/a mais convincente. Entretanto, a vida do ser humano é curta e passageira, hoje muito mais longa na sociedade moderna, graças à Medicina. A morte, única certeza absoluta desta vida, é cheia de imprevistos e mudanças, conducentes quer ao êxtase como ao desespero, num percurso cheio de obstáculos criados, no dizer das religiões, por Deus para experimentar o homem. Esta interpretação maquiavélica, foi uma razões que «obrigou-me» a reflectir sobre a crença e seus defensores. Sem a menor chance de fugir dessa cruel realidade, o ser humano tenta de todas as formas encontrar uma explicação que possa mitigar a sua triste sina. Assim, surge, para alguns, a ideia da continuação da vida após a morte, num limbo tranquilo ou na expiação dos pecados cometidos, num inferno demoníaco para o eterno sacrifíco ou num purgatório menos penoso. O que é certo é que ninguém regressou da morte, salvo Jesus Cristo, filho de Deus, e Lázaro por ele recuscitado, mas nenhum deles revelou o alegado estadio post mortem

E é nesta incessante procura que vem a ideia humana de uma entidade superior que superintende a tudo, isto é, a crença em Deus surgiu do medo da morte. O interessante é que, de facto, a ‘forma’ e o modo de actuação de Deus são, nas religiões ou nas filosofias, ‘representações’ e ‘construções’ humanas.

O biólogo de Harvard, Ernst Mayr lembra que a faculdade humana de acreditar em um ser superior nasceu durante a era glacial, entre 80 000 e 45 000 anos atrás, pois antes desse período não existem registos fósseis que indiquem alguma crença no divino.. 

O filósofo Friedrich Nietzsche disse, sem rodeios, que a fé equivale a não querer conhecer a verdade

Vejamos agora as 7 razões a ponderar sobre a existência de Deus, definidos por Beth Proença Bonilha, n site familia.com.br que o Sapo.pt reproduziu:

1.    Olhe para dentro de si mesmo, converse com o “eu” interior e tente explicar com o entendimento humano sua existência sem a ação de um poder Divino. 

2.    Olhe ao redor e veja a diversidade da fauna e flora. Como tudo isso pode existir sem um comando?

3.    Em um momento de medo, solidão e angústia a quem nosso pensamento se remete?

4.    A vida sendo gerada dentro do ventre de uma mulher faz-nos pensar em como o corpo humano é complexo, e mesmo com toda a tecnologia o homem não é capaz de gerar e fazer crescer a vida mecanicamente, o máximo que se chegou foi à fecundação in vitro, mas sem um útero humano não é possível dar continuidade ao processo.

5.    O homem por mais que tente não consegue dominar alguns processos chamados de naturais como a seca, as inundações, os furacões, os terramotos e o próprio envelhecimento do corpo

6.    A Bíblia e outros registros nos dão a confirmação da existência de Deus, mas, ainda assim, muitos questionam a veracidade desses registros.

7.    A última razão que sugiro para crer em Deus está na prova que você pode fazer de sua , ou seja, “acreditar naquilo que não se vê, mas sabe ser verdade”



Por ultimo, a 8ª razão de Bonilha, a meu ver a mais bombástica: «O facto de alguns considerarem que Deus não existe não elimina o facto de que ele existe».....