sexta-feira, 16 de junho de 2017




·         A AGENCIA EUROPEIA DO MEDICAMENTO EMA EM PORTUGAL
·          
·         Ontem uma deputada do CDS afirmou que a decisão governamental de escolher Lisboa para sede da EMA era provinciana !!! Dá a impressão de que esta senhora não sabe o que é provincianismo ou então, o mais provável, é que, por falta de argumentos credíveis, tudo lhe(s) serve para atacar a «geringonça». Quer maior provincianismo do que os argumentos do presidente da Câmara do Porto, sempre presente na sua propaganda, e agora do ex-bastonário da Ordem dos Médicos? Estão sempre em bicos de pés, um pouco como na fábula o sapo em relação ao boi. Então não está sediado o INFARMED, a entidade nacional reguladora do medicamento com toda a infraestrutura laboratorial apetrechada e competente, em Lisboa, independentemente desta «pequenina» cidade ser o que é e cada vez mais a mais apreciada pelos estrangeiros e portugueses que a visitam?
·          





AS TRISTES FIGURAS E A AGÊNCIA EUROPEIA DO MEDICAMENTO



Volto à carga sobre este assunto. pela triste figura que esta gente anda a fazer, feita catavento, numa atitude pacóvia, provinciana e ridícula, bem patente na daqueles que votaram, por unanimidade a instalação em Lisboa e que agora, alguns se atrevem a afirmar que votaram em Portugal (!!!???) e outros pedem desculpas (de maus pagadores), pela escolha. 
Pergunta-se, porquê o Porto, Braga, Coimbra para se preterir Lisboa na localização da Agência Europeia do Medicamento? Só porque são as máiores? E então porque não Freixo de Espada à Cinta, Monsanto ou Estói ou qualquer outra cidade, vila ou aldeia?
Deve ser Lisboa porque nela se localiza o INFARMED, a entidade nacional reguladora do medicamento, devidamente apetrechada laboratorialmente e dispondo de profissionais altamente qualificados para realizar os diversos e complexos testes dos multiplos medicamentos, antes da sua introdução no mercado nacional.
Outra localização da EMA, em Portugal, obrigaria à problemática reprodução dispendiosa de toda a estrutura do INFARMED, à transferência dos quadros especializados e seus dependentes e ao abandono da actual, de créditos firmados no país, na Europa e no estrangeiro.


Sem comentários:

Enviar um comentário