Em Espanha, finalmente governo….(O PSOE após a demissão de Pedro Sanchez)
DN 23/10/2016
São os mesmos que têm ajudado a
manter o status quo, isto é, deve
ficar tudo como até agora, apesar das fraudes e corrupção que pululam no PP,
nomeadamente por altos dirigentes desse partido. Os dirigentes provisórios do
PSOE estendem assim a mão ao senhor Rajoy, dão o dito por não dito, atraiçoando
os seus militantes, numa demonstração de cataventos sem escrúpulos. Assim,
aliaram-se aos CIUDADANOS, dissidentes do PP, que tinham afirmado
categoricamente nunca viabilizar um governo de Rajoy, e afinal, mais um sem
vergonha, roeram a corda. Lamentável!
Da sua capitulação o PSOE não deverá
tirar benefícios políticos mas sê-lo-à, sim, o PODEMOS.
25 OUT, 2016 PAÇO DE ARCOS 16:21
O país ainda não
absolveu os desertores da guerra colonial,,,,,
Sapo, 25/10/2016
Qual país? O país dos saudosos de 5º império? O país dos ainda entranhados
do salazarismo? O país dos saudosos da sociedade colonial que beneficiava uma
minoria e desprezava a maioria sem direitos? Por outro lado, a palavra desertor
tem conotação depreciativa, sobretudo para os atrás referidos que consideram
uma traição daqueles que recusavam morrer por quem fomentou uma guerra colonial
injusta que podia (e devia) ter sido evitada se a mente doentia e criminosa de
Salazar não recusasse conversações com os movimentos de libertação, solicitadas
na década de 50 do séc.XX. É injusta e inaceitável a afirmação deste artigo de
que o país (?) ainda não absolveu os «desertores» onde os mesmos saudosos
incluem os angolanos, moçambicanos, caboverdeanos, guineenses, santomenses que
lutaram pelo seu país até à independência.
Sobre as afirmações de
Pinto da Costa na gala dos dragões de ouro de ontem
25/10/2016
·
E a comunicação generalista e futebolista, obviamente à parte a que é seu
portavoz quotidiano, fica impávida e serena perante o reiterado apelo de
décadas deste dirigente, ao provincianismo bacôco, à divisão norte/sul, entre
nortistas e mouros, ao ódio aos adversários do sul, numa prática sistemática de
«lançamento de gasolina na fogueira». Foi seu homólogo, embora sem relação com
os futebóis, mais grave ainda, o dirigente regional já reformado que, em
tempos, ameaçou, sem subterfúgios, à independência da região de que era dono e
senhor.
Entrevista ao padre polaco Krzystof
Charamsa
DN 25/10/2016
Enquanto for obrigatório o celibato para os padres católicos, é irrelevante
esta denuncia de Charamsa, sobre heterosexualidade e homosexualidade, no
interior da igreja. Cumprindo o juramento de castidade que, voluntáriamente,
fizeram, enquanto padres, deverão comportar-se, na sociedade, como assexuados,
uma anormalidade biológica
VADIOS 2
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